O
objetivo do trabalho é promover uma reflexão crítica sobre a inclusão de
criança com algum tipo de deficiência física ou mental no ensino regular. Para
compreendermos melhor esse processo
fomos à uma escola e acompanhamos a rotina diária de uma classe com um aluno de
inclusão.
A
inclusão escolar veio para ficar e para contribuir com a qualidade de vida de
todos, tenham deficiência ou não. É um processo construído dia após dia, por
professores, alunos, familiares e comunidade.
Segundo
dados do Ministério da Educação (MEC), em 2014
foram quase 900 mil alunos matriculados na educação básica, 79% em
turmas comuns, se considerarmos somente as escolas públicas, esse número sobe
para quase 93%. Em 1998, cerca de 200 mil
alunos estavam matriculados, sendo apenas 13% em classes
comuns.
O papel do professor é muito importante no processo de
inclusão, segundo informações do MEC também
houve um aumento no número de
professores com formação em educação especial, em 2003 eram 3.691 docentes, em
2014 esse número chegou a 97.459 professores.
A inclusão,
ganhou força com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, toda criança,
deficiente ou não, tem direito de estudar em uma escola regular, apesar do
aumento do numero de crianças matriculadas, ainda precisamos de muitas
mudanças. Essas mudanças devem levar em conta o contexto social e mudanças de
valores da sociedade, devem ser implantadas de maneira gradual, planejadas e
contínuas, para garantir um ensino de qualidade. Devemos lembrar que as
crianças não devem ir à escola apenas
para ficar na escola, elas devem aprender e se desenvolver. Recomendações
técnicas são importantes mas a reflexão
dos educadores, pais, alunos e sociedade é muito mais importante.
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